I - CASA DE REPOUSO

Do lado de fora de Alvorada Nova pode-se vislumbrar uma plataforma onde se espera o trem que seguirá ao Posto de Socorro em região umbralina. A paisagem ao redor é semelhante à da Crosta.

Na composição percebe-se que é um transportador magnético, flutuante sobre trilhos especiais.

O trem parte rumo ao Umbral, uma região escura e densa vibratoriamente, com superfícies áridas, vegetação seca e retorcida.

No caminho, Espíritos inferiores jogam pesados objetos nos trilhos suspensos. Entretanto, dotado de campo magnético repulsor, o veículo instantaneamente repele esse bloqueio, numa verdadeira operação "limpa-trilhos".

Por que tentam atacar a composição? Por temerem que Espíritos sofredores por eles subjugados sejam resgatados ou eles próprios, Espíritos dominadores, percam o seu relativo domínio geográfico, sendo tolhidos na prática do mal e encaminhados à Instituição Assistencial da Espiritualidade.

Chega-se a uma extensa planície quente, quase deserta. Ao longe pode-se enxergar montanhas com seus cumes nevados. Vislumbra-se, também, Espíritos de forma animalizada, tentando se esconder por entre a vegetação pobre e escassa. Suas cabeças disformes são notadas através de arbustos e sobre pedras.

Atravessa-se um túnel como que mergulhando em profundezas espirituais. A velocidade do trem diminui. Adentra-se numa região mais fria, com claridade relativamente maior proveniente do reflexo da luz das áreas geladas cobertas de neve. Aproximando-se das montanhas é possível divisar pequenas cavernas incrustadas na rocha com aspecto de moradia. Os trilhos circundam o sopé de uma das montanhas em caminho bastante irregular. Venta muito e chuvisca gelado. Do alto de duas montanhas que volteiam o vale, criaturas soturnas estão à espreita.

A composição pára por alguns instantes.

Os Mentores Espirituais permitem a aproximação dessas entidades que descem as montanhas, ferozes, com aspecto primitivo e selvagem para serem visualizadas. São, obviamente, espíritos de seres humanos, alguns até muito inteligentes, mas presos a formas animalescas pelas idéias que incutem em sua mente, mantendo-se numa espécie de autocárcere. São criaturas que merecem piedade e necessitam ser a seu tempo resgatadas.

Subitamente, o campo de força do veículo é ampliado e fogem assustados, para se esconder nas proximidades.

O trem volta a se movimentar e a alta velocidade é novamente atingida. Continua-se a viagem para visitar um dos Postos de Socorro de Alvorada Nova. Agora os trilhos não são mais suspensos e sim assentados na superfície.

A Cidade Espiritual possui dois Postos de Socorro, o número 5 e o número 6. São praticamente duas pequenas colônias, esteios de Alvorada Nova, assim como todos os outros Postos o são de suas respectivas organizações mantenedoras. Neles encontra-se um padrão fluídico um pouco mais denso do que na Colônia Espiritual, apesar de fortemente amparados pelas barreiras de proteção, reflexo da região umbralina em que se localizam. O Posto número 5 está situado na terceira camada; o número 6, na segunda esfera espiritual que circunda a Terra.

Nos Postos desenvolve-se um trabalho sério, intenso e árduo, que consiste na recepção, distribuição, reciclagem e encaminhamento de entidades sofredoras e obsessoras resgatadas. Cada Posto situa-se no interior de um vale volteado por imensos lagos, cercado por altas montanhas e protegido por baterias elétricas que os isolam de influências negativas. Suas conformações foram desenvolvidas para naturalmente afastar intrusos, mantendo um sistema de proteção contra as tentativas de invasões por parte dos Espíritos inferiores.

Um Posto é formado por doze prédios dispostos lado a lado e ligados entre si por alamedas. Tais construções possuem grandes cúpulas que emitem uma luz azul quase marinho, criadas especialmente para, com a sua estrutura e vibração, reprimir as cargas magnéticas prejudiciais que aí penetram constantemente. Dessas cúpulas descem fileiras longitudinais de pontos luminosos, todos dourados, que brilham permanentemente, servindo para a localização do Posto na escuridão umbralina.

O Posto número 5 abriga em seus doze imensos prédios cerca de dez mil Espíritos trabalhadores e aproximadamente cinqüenta mil entidades enfermas. A sua capacidade cíclica é muito grande, assemelhando-se, por isso, a uma pequena cidade espiritual. Os Espíritos sofredores não permanecem todos aí ao mesmo tempo. Cerca de vinte mil ficam internados. Os demais são pacientes rotativos que chegam, são tratados e encaminhados a Alvorada Nova ou a outros locais da Espiritualidade dispostos a abrigá-los. Possui cinco câmaras de retificação , que estão situadas nos pavilhões M, N, O, P e Q do prédio III. As câmaras de sono profundo, em número de três, funcionam nos pavilhões R, S e T desse mesmo prédio e são reservadas para casos graves. Dispõe ainda de uma "Unidade Avançada Hospitalar" (U.A.H.) que é base de interligação com a Casa de Repouso de Alvorada Nova, cujos equipamentos modernos assemelham-se aos existentes na Unidade de Recuperação do Hospital de Scheilla. Localiza-se no prédio V. Os prédios X, XI e XII são abrigo dos seus habitantes.

O Posto 5 é comandado por Gabriel, com auxílio de sua esposa Lourdes, que está ao seu lado há vários anos. Sua divisão de trabalho é bastante funcional, constituindo-se de: Coordenação, Equipes Plantonistas, Coordenadores Locais, Equipe de Emergência e Equipe de Segurança.

A Coordenação de Gabriel e Lourdes está estabelecida no prédio I.

As Equipes Plantonistas são formadas por Espíritos extremamente dedicados que praticamente não repousam, permanecendo diuturnamente em estado de alerta. São elas que fazem o Posto seguir o seu curso. Cuidam do material a ser distribuído, encarregam-se das entradas e saídas de pacientes, controlam toda a energia utilizada, recebem e distribuem a alimentação recebida de Alvorada Nova. Têm a sua sede no prédio II.

Os Coordenadores locais, em número de doze, administram cada prédio atuando como zeladores dessas unidades.

A Equipe de Emergência trabalha em contato com a crosta terrestre. Recebe Espíritos orientados nas reuniões mediúnicas, encaminhando-os ao Posto de Socorro. Tudo muito rápido e eficaz. Ocupa os prédios VII, VIII e IX.

A Equipe de Segurança, ocupante do prédio IV, fornece todo o esquema de proteção, cuida das baterias elétricas e dos transportes que entram e saem.

No prédio VI localiza-se o Centro de Convivência, onde os Espíritos trabalhadores fazem refeições, ouvem palestras e promovem reuniões.

O Posto de Socorro número 6 apresenta-se com essa mesma estrutura administrativa. É um pouco maior, possuindo cerca de quinze mil trabalhadores e atendendo ciclicamente sessenta a setenta mil entidades, sendo aproximadamente trinta mil internadas e o restante obedecendo ao mesmo esquema rotativo. Ele é melhor protegido que o número 5, dispondo de altas muralhas providas de poderosas cargas elétricas, sendo a sua configuração geográfica semelhante à daquele. É dirigido por Ataulfo, auxiliado por Pacheco, seu colega de longa data nesse cansativo mas gratificante trabalho.

O transporte conta com a ajuda efetiva de um transportador coletivo, semelhante ao trem que interliga Alvorada Nova às regiões umbralinas. Esse carro emite uma forte luz amarela que repele as más influências e percorre longas distâncias flutuando também sobre trilhos magnéticos, para buscar e levar Espíritos sofredores que não têm condições de se deslocar, nem mesmo dentro dos Postos.

Referidos postos são locais de intenso trabalho, lidando com Espíritos extremamente necessitados. Entidades adormecidas no "Grupo Irmã Scheilla", por exemplo, seguem para um Posto e depois para Alvorada Nova. Outras colônias possuem seu método de atuação com diversos grupos espíritas.

Adentrando o Posto de Socorro número 5, percebe-se uma plataforma. Ao descer do trem, pode-se verificar que, ao redor dos prédios, há muito verde na forma de vegetação rasteira cortada por caminhos de coloração alaranjada.

As portas dos prédios são grandes, abrindo-se de baixo para cima. Ao ingressar em um deles, vê-se que possui um vão central, de forma cilíndrica; do chão ao teto, tudo reluz azul claro. Do térreo observam-se cinco andares. Seu piso é branco rajado, semelhante ao mármore, muito brilhante. Na recepção, um grande balcão em forma de meia-lua. Na borda do vão central, três elevadores transparentes. Todo andar tem uma pequena portaria e um corredor circular onde há portas de acesso às dependências internas, molduradas por filetes luminosos de cor verde. Cada pavimento tem sua função específica.

Logo na entrada existe uma pequena sala vaporizada, cuja finalidade é higienizar os perispíritos dos visitantes para que não levem ao interior dos compartimentos fluidos grosseiros, que poderiam comprometer a situação dos Espíritos em tratamento. Roupas especiais são fornecidas, semelhantes às utilizadas pelos médicos nos hospitais dos encarnados. São túnicas compridas, com capuz, tudo na cor verde.

Há, em todo o prédio, pequenos aparelhos que conservam estável o seu padrão vibratório. A função principal do vão central é a de manter o mesmo nível de vibração em todos os andares.

Ingressa-se numa grande sala do terceiro andar, onde existem camas dispostas tal qual os raios de uma circunferência. Elas possuem rodízios para que os pacientes, entidades resgatadas e já adormecidas, sejam acomodadas sem conturbar a ordem interna, que se mantém, apesar da movimentação intensa. Junto a cada leito estão aparelhos para acompanhamento do estado do enfermo, controlados por um trabalhador situado numa ante-sala.

A Coordenadoria local situa-se no quinto andar, o menor de todos. Nesse ambiente, pode-se encontrar o coordenador Romênio em sua pequena sala circular, cujo teto tem a forma de cúpula, acompanhando a arquitetura do prédio. Nela acham-se arquivos, diversos aparelhos de comunicação à feição de videofones e terminais de computador, além de uma escrivaninha repleta de papéis. Ao lado, uma sala de visitas com sofás e cadeiras. As paredes não possuem janelas, mas filtram uma clara luz azul.

Retornando a Alvorada Nova, adentra-se a Casa de Repouso, que é o hospital da Cidade Espiritual e o seu mais importante setor, um campo de atuação à parte, distinto da sua divisão básica, porém integrado à Colônia. Compreende um trabalho forte e muito amplo desenvolvido por Scheilla, que, com dedicação ímpar, coordena quatorze equipes cujos coordenadores formam com ela o Conselho da Casa de Repouso, o qual se reúne periodicamente, decidindo as questões pertinentes à Casa. Após essas reuniões, Scheilla encaminha a Cairbar Schutel o comunicado das suas atividades. Sua administração direta no hospital foi estipulada há muito tempo pela Espiritualidade Superior.

A equipe de trabalho de Scheilla ligam-se muitos encarnados para a consecução da cura espiritual nos dois planos da vida.

O hospital possui uma estrutura própria, porém ligada ao Núcleo de Desenvolvimento da Medicina Espiritual, às Coordenadorias Especializadas e à Coordenadoria Geral.

A Casa de Repouso situa-se ao lado da Casa da Criança, ambas protegidas por três torres encimadas por estrelas douradas que emitem intenso brilho magnético, mantenedor da higienização permanente do padrão vibratório dessas Casas. Fica próxima ao Setor Habitacional IV.

O prédio reveste-se exteriormente de um material que se assemelha ao cristal (Nota do autor material: Os Espíritos trabalham com elementos desconhecidos dos encarnados. Assim, como existe a impossibilidade de uma exata descrição técnica de tais componentes, servem-se eles de comparações que os homens conhecem para dar uma idéia daquilo que têm em seu hábitat. Não há cristal em Alvorada Nova tal como nós o conhecemos no mundo material. O que lá existe são formas que se lhe assemelham e que, quando visualizadas pelos médiuns através da vidência ou desdobramento, têm essa aparência. Há, pois, construções na colônia espiritual que são comparadas a um prédio de cristal), mas internamente possui revestimento especial opaco em muitas de suas salas, pois os pacientes que lá chegam muitas vezes não estão preparados para suportar o brilho da luz que envolve a Colônia. Tem oito andares, incluindo o pavimento térreo.

É o local onde são recebidos os Espíritos sofredores recém-chegados dos Postos de Socorro, trazidos pela equipe índia, que mantém perfeita integração com o trabalho de Scheilla. Após essa transferência, realiza-se um intenso trabalho de aproximação dos enfermos com a sua nova realidade. Os integrantes do Conselho tratam de receber as entidades, dando-lhes assistência e procurando explicar-lhes o sentido da sua vinda àquele local, com suas novas perspectivas espirituais. Muitos Espíritos que ingressam na Casa de Repouso não estão preparados para entender o significado de sua permanência, não compreendendo, por vezes, sequer onde se encontram. São, então, encaminhados para várias equipes de apoio. Cada uma delas é constituída de vários trabalhadores chefiados por um dos Conselheiros, ocupando Scheilla a Administração Geral. Nesse trabalho, utilizando-se de muito amor, mas também de muita instrução, encontra ela a assistência direta de Cairbar Schutel e seus assessores. A equipe doutrinária envia-lhe o material necessário à confecção de apostilas, que são fornecidas aos Espíritos internados. Nessas apostilas, cuidadosamente preparadas pela Coordenadoria Geral, procura-se mostrar aos Espíritos sofredores a destinação do ser humano, as mensagens de Cristo e, por vezes, algumas revelações do seu passado permitidas pela Espiritualidade Maior. Entretanto, em sua maioria, tais revelações somente são dadas após um relativo período de tratamento e, naturalmente, por contato pessoal entre os trabalhadores do hospital e o paciente.

Existem, também, na Casa de Repouso muitas seções de evangelização. Comandadas pelo Núcleo de Desenvolvimento da Doutrina, trabalhadores especializados ministram aulas sobre assuntos fluídicos, explicando as correntes magnéticas que muitas vezes atormentam as entidades enfermas. Esses especialistas são preparados eficazmente e recebem instruções de Espíritos Superiores.

Em diversas oportunidades, além de receberem essas aulas, os Espíritos em tratamento são levados a Centros Espíritas, protegidos por Entidades elevadas, para acompanharem as lições doutrinárias lá estudadas. Esse procedimento ocorre quando o Espírito se encontra demasiadamente ligado à matéria, conseguindo compreender melhor as lições em contato com os fluidos perispiríticos dos encarnados, sendo-lhes isso extremamente útil. Há necessidade de vibrações de muito amor nesses encontros na Crosta, pois os Espíritos em tratamento captam com enorme facilidade as vibrações negativas originadas de discussões movidas por sentimentos menos nobres, o que dificulta o trabalho dos Mentores Espirituais.

No pavimento térreo da Casa de Repouso encontra-se um grande salão, espécie de área isolada do resto do hospital. Foi idealizado há cerca de oitenta anos, com a participação direta da Espiritualidade Maior, que achou por bem criar no hospital um local onde os familiares pudessem visitar os doentes, já que não são permitidas as visitas dentro das outras dependências, a fim de se evitar a quebra da sintonia vibratória. É também onde parentes e amigos aguardam os Espíritos já restabelecidos por ocasião de sua alta para seguirem ao trabalho necessário. Trata-se de um local vaporizado por fluidos terapêuticos especiais que despojam de suas imantações prejudiciais quem lá adentra. As visitas levam muito conforto aos doentes, satisfação aos parentes e tranqüilidade aos trabalhadores do hospital. Nessa sala, muito ampla, onde a luz branca prevalece, há, no centro, uma recepção que controla os Espíritos que entram e saem da Casa de Repouso, os visitantes e os pacientes. Numa parte do salão, há espécies de cabines, umas horizontais e outras verticais que, à feição de macas, transportam espíritos que não conseguem se locomover. Nessas cabines o paciente fica isolado vibratoriamente daqueles que o visitam, ao mesmo tempo em que pode com eles conversar. Noutra parte do salão, há cadeiras onde os pacientes em condição de andar comunicam-se com seus visitantes, tendo com eles um contato mais próximo.

Um sistema de controle de visitas decide, de acordo com a prescrição que o médico faz na ficha do paciente, se convém ou não levar à presença do enfermo algum ente querido ou familiar. Essa ficha, computadorizada, sai diretamente do Gabinete de Scheilla e passa às mãos dos trabalhadores da recepção, os quais controlam o tempo prescrito para as visitas permitidas. Há orientação aos visitantes para que mantenham com o paciente conversas que interessem ao tratamento por ele recebido. Essas visitas fazem parte da terapia, já que há muitos internos com problemas mentais tratados por médicos semelhantes aos psiquiatras encarnados, os quais prescrevem tratamentos que incluem a colaboração de outras entidades, como no caso da própria família, quando isso é possível. É esse o intuito das visitas programadas, as quais são especialmente sanatórias de problemas da mente. O tratamento espiritual e o amor que a família transmite àquele que está internado em um hospital é muito importante, porque a maioria das doenças originam-se na própria mente pelas atitudes deturpadas e comportamentos desconexos do espírito. Muitas vezes, a mente da criatura, mesmo encarnada, é a própria causadora de males que acabam por se manifestar no corpo físico.

À frente do salão de visitas pode-se ver um pequeno local onde se prepara o enfermo para a mudança de vibração; denomina-se Sala de Adaptação. Nesse local, processa-se a esterilização para o ingresso no interior do hospital, feita por trabalhadores protegidos com uma vestimenta fluídico-luminosa que os isenta de serem contaminados pelos males portados pelos pacientes. Nenhum Espírito adentra as instalações do hospital sem estar completamente desinfetado, a fim de não levar problemas externos aos doentes.

Os corredores de ligação com as outras dependências são esterilizados por pequenos aparelhos colocados nas junções do teto com a parede, voltados para baixo, purificando o ar ambiente.

Defronte à Sala de Adaptação, encontra-se a Unidade de Recepção. Trata-se de uma sala com luminosidade mais tênue para não ferir a sensibilidade dos enfermos recém-chegados. Há, nesse lugar, separados por biombos, uma série de leitos sobre os quais, dependendo da necessidade do paciente, existe uma luz que possui tripla ação: alimenta com energia a entidade que se recusa a fazê-la pelas vias normais; acalma o Espírito, variando de tonalidade de acordo com o seu estado psíquico; medica o enfermo, preparando o seu perispírito para os remédios que serão ministrados durante o tratamento. Essa, luz que será um dia utilizada nos hospitais da Terra, tem o condão muito especial de acalmar a "psique" do doente. As camas possuem colchões de ar e, abaixo destes, espelhos refletem a luz que perpassa a entidade. Ao pé dessas camas existem aparelhos, à feição de computadores, que acompanham o estado clínico do paciente e o tratamento luminoso que lhe é aplicado. Foram esses aparelhos que inspiraram a criação da Unidade de Terapia Intensiva (U.T.I.) dos hospitais da Crosta.

Nesse local há muitos enfermeiros que, por intermédio do passe pela imposição das mãos, emitem luzes brancas com efeitos curativos. Tal trabalho se assemelha ao dos médiuns passistas encarnados.

Essa sala conta também com aparelhos que emitem focos de luz verde, os quais, refletidos por espelhos, envolvem todo o paciente ( Nota do autor material: Para os Espíritos as cores não têm valor por si mesmas. Os desencarnados dispõem de emissões magnéticas ainda desconhecidas dos homens. Algumas delas provêm de aparelhos, outras eles próprios: vibram e, pela força de suas mentes, produzem diferentes tipos de emanações. Para darem uma idéia do que isso significa, propõem a correspondência com as cores. São formas importantes de concentração de energia. Entretanto não utilizam o valor do branco pelo simples tom branco, nem do verde por ser verde. Se assim fosse, no mundo espiritual cada cor possuiria uma força própria e sabe-se que outras colônias trabalham com outras cores para os mesmos fins).

Cairbar supervisiona pessoalmente essa Unidade, que é o primeiro contato da entidade enferma com a Casa de Repouso.

À direita da Unidade de Recepção, visualiza-se o Centro de Triagem, onde é feito o diagnóstico da doença do paciente, para encaminhá-la a um dos outros sete andares do hospital. É uma sala com um único foco de luz branca, com paredes, piso e teto muito brilhantes. No alto, há uma espécie de exaustor que suga, expelindo para fora a vaporização que ali existe, tendo em vista retirar os remédios impregnados no enfermo procedente da Unidade de Recepção, para não prejudicar o diagnóstico a ser feito pelo médico ou enfermeiro. Assim, o Espírito, desimantado da medicação, apresenta-se como realmente é. Muitas vezes, os trabalhadores fazem o referido diagnóstico sem o uso de aparelhos, utilizando somente as mãos, emitindo, então, filetes de luz azul que, ao encontrar uma doença, mudam de coloração, tendendo para o vermelho. Tais emissões são provenientes da aura desses trabalhadores, sendo que os encarnados também as possuem. A luz percorre todo o corpo fluídico do doente, detectando os seus males. As entidades são colocadas em cadeiras reclináveis especiais, com encosto de vidro, permitindo ao trabalhador observar, mesmo que o paciente esteja deitado, tanto a sua parte frontal como a dorsal.

Há casos em que Scheilla autoriza ao enfermo tomar conhecimento de seus problemas, permitindo-lhe o autodiagnóstico, com a utilização de um aparelho específico, já que a luz emitida pelos enfermeiros, na maioria das vezes, é captada somente por eles mesmos. Nesses casos, a força da mente do próprio paciente auxiliará o processo de cura, secundando a ação dos remédios prescritos. A entidade, conhecendo o mal que a aflige, pode, pela sua vontade, mentalizando Jesus em suas preces, haurir forças para ajudar o tratamento em SI mesma.

Muitas vezes o Espírito passa pela Triagem, é encaminhado ao seu leito e volta depois para novos exames. A atividade do Centro é contínua, desenvolvida com dedicação e muito amor.

À esquerda do pavimento térreo percebe-se uma série de pequenos quartos num imenso corredor que possui luminosidade tênue emitida por focos semelhantes a anéis, de matizes diferentes. As luzes calmantes fazem parte do sistema global de tratamento existente em todas as dependências da Casa de Repouso. Nesses quartos, Espíritos enfermos chegados da Triagem aguardam cessar o efeito do sono profundo a que foram submetidos para, em seguida, serem encaminhados aos andares superiores. Outros foram já submetidos a algum tratamento especial ou estão em convalescença. Quanto mais grave é o estado do paciente, mais ao fundo do corredor está o seu quarto, onde a emissão da luz é mais intensa.

No final do corredor pode-se ver um grande elevador muito rápido, com capacidade para transportar doentes em macas e trabalhadores. Também nele encontram-se fragmentos de tratamento feitos por intermédio de uma luz curativa que parte do seu teto e muda de tonalidade conforme a necessidade do doente, tendo ora função calmante, ora ação anestésica.

Ao lado direito, à frente do Centro de Triagem, vê-se o Centro de Emergência, composto de duas salas, onde permanecem trabalhadores de plantão da equipe de socorro chefiada por Lúcia, para atendimentos de urgência em todo o âmbito hospitalar. Essas salas possuem paredes de cristal transparente contendo em suas junções filetes de luz muito clara. Nesse local, os doentes ficam em camas e, quando já miniaturizados para a próxima reencarnação ou quando no trato de crianças, são mantidos em leitos menores, na forma de cuias protegidas vibratoriamente.

Nessas dependências, as entidades recebem tratamento emergencial quando não podem ficar aguardando atendimento na Unidade de Recepção devido à gravidade de seu estado, nem tampouco podem ser deslocadas de imediato para o Centro Cirúrgico. Pela imposição das mãos, os enfermeiros prestam-lhes o amparo necessário. Esses doentes são, muitas vezes, Espíritos obsediados que guardam fortes ligações com entidades malignas. Nesse caso específico, o enfermo é atendido com muito amor e apurada técnica de passes cíclicos, de modo a fazer circular o fluido magnético e terapêutico emitido pelo enfermeiro, proporcionando-lhe maior benefício e evitando o desperdício desses mesmos fluidos.

Semelhantes passes podem ser aplicados também pelos médiuns passistas encarnados nas reuniões de desobsessão, principalmente na região do cérebro do Espírito incorporado.

No último andar da Casa de Repouso, em sua área central, encontram-se as salas de cirurgia, que são em número de quatro, totalmente protegidas de quaisquer influências negativas, possuem luminosidade muito forte e são equipadas com aparelhos ainda desconhecidos dos encarnados. Um deles é o emissor de luz que acompanha as cirurgias, garantindo a higienização contínua do ambiente ao percorrer o corpo do enfermo. Outro, semelhante a uma cúpula, com vários bicos rotativos de luz, emite focos luminosos a diferentes regiões do corpo do doente, ensejando dinâmico trabalho à equipe cirúrgica. Emite ondas de luz específicas que penetram a entidade, facultando ao médico localizar de imediato os males a serem extirpados, sejam tumores ou anomalias que exijam solução cirúrgica. O paciente não permanece muito tempo exposto à luz, pois operações de muitas horas são inconcebíveis na Espiritualidade.

Merece destaque especial o que, mal comparando, assemelha-se a um "bisturi a laser" do qual emana uma "luz sólida", em virtude da baixa velocidade da emissão. Essa luz penetra o corpo fluídico do paciente subdividindo-se em raios de várias tonalidades, faz a incisão, extirpa o mal e, em seguida, cauteriza de dentro para fora. É um trabalho delicado onde o cirurgião aplica aquilo que o instrumento não tem, que é o pensamento. Ele sabe onde fazer o aparelho funcionar, dirigindo-o para a região a ser tratada. Na Espiritualidade, o cirurgião tem a mesma presença marcante que no plano físico, a de condutor da cirurgia. Durante esta um grupo de Espíritos benevolentes distribui-se por diversos pontos da sala permanecendo em vibração de muito amor pelo enfermo que está sendo operado, emitindo fluidos benéficos de grande importância no sucesso da operação, sendo o sustentáculo fundamental. Muitas das intervenções cirúrgicas realizadas no plano físico fracassam pela presença de fluidos negativos, até mesmo, em alguns casos, emitidos por parte daqueles que participam da cirurgia. Não é pelo fato de estar habituado a realizar uma intervenção, ou auxiliá-la, numa sala com equipamentos apropriados, que o médico deixará de amar uma criatura de Deus. O amor deve se fazer presente no coração da equipe cirúrgica e, também, no âmago daqueles que aguardam o desfecho da intervenção, em especial os entes queridos do doente.

Não se deve confundir a cirurgia realizada em Alvorada Nova com aquela efetivada na crosta terrestre. O tratamento destinado ao Espírito tem por finalidade cuidar dos males de seu perispírito, visto que as suas doenças são projeções ou cargas vibratórias negativas que foram acumuladas ao longo de sua jornada. Para extirpá-las o paciente passa por inúmeros processos, que trabalham com sua mente, bem como aplicando-se passes magnéticos e vibrações positivas provenientes de aparelhos de tecnologia sofisticada. Essa a finalidade das cirurgias espirituais, que são realizadas na Casa de Repouso, com muita seriedade e onde todo cuidado é pouco, pois falhas não são admitidas.

A equipe cirúrgica é comandada pelo Dr. Ricardo, inclusive nos trabalhos voltados para os encarnados, quando Scheilla julga necessário. Dr. Ricardo trabalha no hospital há mais de oitenta anos, tendo iniciado seus serviços como enfermeiro. Depois, realizando estudos em escolas de outras colônias espirituais, elevou-se a médico-cirurgião. É muito respeitado pela sua dedicação ao trabalho e enorme vontade de ajudar seus semelhantes. Participa ativamente do Núcleo de Desenvolvimento da Alimentação de Alvorada Nova.

Atrás das salas do Centro Cirúrgico observa-se um compartimento onde se armazena todo o equipamento necessário para as cirurgias, tais como medicamentos, instrumentos e aparelhos. É uma sala isolada, com entrada proibida a pessoas não autorizadas, em virtude da necessidade de seu nível vibratório permanecer inalterável, inclusive com temperatura especial. Em ambos os lados desse local encontram-se dependências nas mesmas condições vibratórias, destinadas à guarda de aparelhos maiores.

Antecedendo o elevador, à esquerda, observa-se um enorme cômodo canalizador das forças que mantêm em funcionamento todo o hospital espiritual. É o Centro de Energia. Para lá seguem as vibrações vindas de todo o espaço que cerca a Cidade Espiritual. Assemelha-se a uma "casa das máquinas" que funciona também como filtro das más influências emitidas contra a instituição. É uma minúscula cópia da Unidade de Controle da Energia. Nessa sala há a predominância do matiz azul nas formas energéticas.

Ao lado direito pode-se ver pequenas salas onde são colocados os Espíritos em estágio preparatório para as cirurgias, muitas vezes durante vários dias de orientação, preparo e medicação.

Ladeando duas salas do Centro Cirúrgico estão as dependências destinadas ao repouso pós-operatório. São verdadeiros centros de recuperação, com camas e todo o aparato descrito na Unidade de Recepção do hospital.

À frente dessas mesmas instalações encontram-se pequenos cômodos onde ficam os trabalhadores que permanecem o tempo todo na Casa de Repouso. Cada compartimento destina-se a um trabalhador.

Defronte a esses aposentos está o Gabinete de Scheilla, local onde, com muita dedicação, passa parte do seu tempo organizando a administração do conglomerado hospitalar. Scheilla é a personificação do amor; a força desse sentimento permanece jungida a esse ambiente, mesmo na sua ausência. É o lugar para onde se pode dirigir vibrações por ocasião dos momentos de prece, pois Scheilla necessita sempre de todo o apoio possível, venha de onde vier. Conjugados ao gabinete, Scheilla tem seus aposentos. Ao lado, está o arquivo central computadorizado onde constam informações de todos que passam pela Casa de Repouso, seja para servir à Colônia, seja para seguir a outros locais de trabalho. Poder-se-ia ficar surpreso se se tomasse conhecimento de quem já passou, gravemente enfermo, pelo hospital de Alvorada Nova. Ainda vê-se no local uma mesa de reuniões onde se reúne o Conselho da Casa de Repouso.

Ainda nesse andar, à direita do Centro Cirúrgico, pode-se encontrar a Sala de Recuperação Mental, um local destinado ao tratamento psiquiátrico e psicológico dos Espíritos, acalmando-os em suas confusões psíquicas, onde são realizadas regressões mentais, incluindo-se os problemas da vida corpórea próprios ao paciente, ministrando-se lições de vida, de história e ensinamentos ligados ao Evangelho de Jesus.

A Casa de Repouso possui também o Centro de Estudos Médicos (C.E.M.), situado ao lado da Sala de Repouso e Recuperação Mental, local que viabiliza e prepara os projetos para o aperfeiçoamento tecnológico da Crosta, no que se refere ao campo da medicina. Nesse local, os médicos espirituais constroem métodos de transmissão de inspirações ou intuições para encarnados, visando passar-lhes importantes descobertas científicas a serem implantadas no plano material.

Todos os andares intermediários possuem na sua área central ambulatórios onde os médicos e enfermeiros cuidam de seus pacientes: os quartos coletivos, onde os enfermos ficam alojados até que seja completado o tratamento necessário, inclusive após as cirurgias. À frente e atrás estão as dependências dos trabalhadores.

Quantos seres humanos, antes da presente encarnação, não passaram por processos semelhantes aos descritos neste capítulo, no campo do atendimento e da cura?

A compreensão da existência e do funcionamento da Casa de Repouso, a maior obra de amor de Alvorada Nova, que atende diuturnamente Espíritos da Colônia e de fora dela (inclusive encarnados durante o desprendimento proporcionado pelo sono físico), pode conduzir a uma reflexão sobre diversos temas desenvolvidos pela Doutrina Espírita, tais como a reencarnação, a obsessão e a evolução dos seres.

Necessário é o aprimoramento do Espírito. Para tanto, necessita percorrer, em longa jornada, inúmeras existências corporais. O seu objetivo nessas vidas sucessivas consiste em, sob a égide da Justiça Divina, passar pelos processos de aprendizado, oportunidade de melhoramento e depuração. Cada existência física representa um subsídio novo para o seu progresso. Quando estiver completamente depurado, tendo feito as aquisições morais e intelectuais pertinentes, não mais terá necessidade de reencarnar, fazendo-o apenas na condição de missionário, como o fez o Cristo.

Muitos dos encarnados, antes da presente jornada terrena, foram orientados e curados em locais como esse, assumindo, depois, compromissos de trabalho e promessas de dedicação na prestação de serviços na Seara de Jesus.

Quantos outros, na presente romagem física, esquecem-se do lado espiritual da vida, chafurdando-se nos apelos do materialismo enganador, enredando-se nas teias da obsessão e retardando o processo da sua evolução?

É muito importante estar alerta na prevenção dos processos obsessivos, lembrando que qualquer brecha na conduta moral pode ser o ponto de partida para o assédio de Espíritos inferiores, por vezes altamente inteligentes, interessados em desviar os seres humanos da estrada reta, dos compromissos assumidos e das tarefas por fazer.

Por ter pertinência com o assunto e para reflexão, transcreve-se a seguinte poesia (Composta em 1963, por inspiração e publicada na época em edição do jornal "Unificação"):

"DESPERTA !"

Quando tempo jogas fora
em coisas vãs empregando
d'alma irmãs rejeitando
o convite à pureza !
As energias, agora,
aplicas inutilmente,
teimando, indiferente,
contra Leis da Natureza !

Terás, talvez, esquecido
o compromisso sagrado,
ao te fazeres ligado
nessa matéria do Mundo...
Dos fatos de tempo ido
breve súmula farei;
contigo os recordarei
numa fração de segundo:

Se eras Cristão chamado
já na passada existência,
os ensinos, em essência,
de Jesus, tu não seguias !
Sempre os pondo de lado,
atos vis tu partilhaste,
e quase nunca imitaste
Aquele a quem devias!...

Em vez da luz da verdade
preferiste outro reinado
vivendo sempre enganado
com Mamon e seus prazeres,
só vendo "felicidade"
na mentira passageira,
dedicando a vida inteira
à ilusão, sem Deus temeres !...

Mas, a morte é natural
e ao corpo físico vem
jamais poupando alguém
da transição necessária:
arranca a alma imortal,
devolve o Espírito ao espaço !
E te viste em seu regaço,
sem luzes, estacionário !...

Muitos lustros desse plano,
num verdadeiro "inferno",
viveu o teu Eu interno
nas paragens de lamento,
até que, em esforço insano,
os Amigos Siderais
conseguiram, nos Umbrais,
transformar teu pensamento !...

Com lágrimas de emoção,
ao chamar do Nazareno,
em momento tão sereno
de vibração contagiante.
(...)

Scheilla, em cujo hospital realiza-se uma obra do mais puro amor, costuma dizer, como na poesia, o caminho a trilhar. Seu trabalho é de imensa força espiritual em benefício dos necessitados, muitas vezes profundamente rebeldes e altamente endurecidos.

Em reuniões mediúnicas, pôde-se observar, muitas vezes, o desdobramento de médiuns que seguiam com Scheilla às regiões umbralinas em busca de Espíritos sofredores. E estes, ao terem ampliadas as suas percepções visuais, reconheciam-na e caíam em pranto convulsivo!

Quem é, na verdade, Scheilla? Quem será esse ser pleno de bondade que parece acompanhar há milênios um grande grupo de Espíritos altamente imperfeitos e endividados, buscando ajudá-los em sua evolução?

Certo dia, em mensagem psicografada, assim se expressou Cairbar Schutel a seu respeito: "Scheilla é, para mim, um verdadeiro exemplo de fé, de perseverança, de humildade e, sobretudo, de muito amor. Quem dera pudéssemos todos nós ter uma pequenina parcela de seu infinito desejo de amar! ... "

Scheilla vivencia o amor na sua plenitude, fazendo da cura a sua verdadeira face. Ama e trabalha diuturnamente pelo próximo.

Outra não foi a recomendação de Jesus quando esteve entre nós!

Outra não é a recomendação dos Espíritos que orientaram Allan Kardec na obra de Codificação!

Que o seu exemplo de amor puro possa incentivar os encarnados no exercício permanente da fé raciocinada, da perseverança efetiva, da humildade sincera e, sobretudo, da verdadeira caridade, a fim de se harmonizarem cada vez mais com o programa de trabalho do Cristo.

"As missões dos Espíritos têm sempre por objeto o bem. Quer como Espíritos, quer como homens, são incumbidos de auxiliar o progresso da Humanidade, dos povos ou dos indivíduos, dentro de um círculo de idéias mais ou menos amplas, mais ou menos especiais e de velar pela execução de determinadas coisas. Alguns desempenham missões mais restritas e, de certo modo, pessoais ou inteiramente locais, como sejam assistir os enfermos, os agonizantes, os aflitos, velar por aqueles de quem se constituíram guias e protetores, dirigi-los, dando-lhes conselhos ou inspirando-lhes bons pensamentos. Pode dizer-se que há tantos gêneros de missões quantas as espécies de interesses a resguardar, assim no mundo físico, como no moral. O Espírito se adianta conforme a maneira por que desempenha a sua tarefa." (Allan Kardec, "O Livro dos Espíritos" - número 569).

"A passagem dos Espíritos pela vida corporal é necessária para que eles possam cumprir, por meio de uma ação material, os desígnios cuja execução Deus lhes confia." (Allan Kardec, "O Evangelho Segundo o Espiritismo", Capítulo IV, número 25).

"Em todos os casos de obsessão, a prece é o mais poderoso meio de que se dispõe para demover de seus propósitos maléficos o obsessor." (Allan Kardec, "A Gênese", Capítulo XIV, número 46).

Abel Glaser