PREPARAÇÃO PARA TRABALHOS ESPIRITUAIS

Todos os trabalhos espirituais devem ser precedidos de uma preparação.
Com ela, aprimoramos a sintonia entre o plano espiritual e o plano físico.
Apresentamos a seguir uma sugestão de roteiro para os trabalhadores
usarem na sala de espera, antes que os assistidos sejam conduzidos à
câmara de passes.

Procedimentos para preparação de assistidos e seu ambiente

1. SAUDAÇÃO AOS PRESENTES

É o cumprimento simples e cordial da pessoa encarregada de fazer a preparação: "Bom dia!"; "Que a paz esteja com todos"; etc.

2. CONDUTA E PARTICIPAÇÃO DE CADA UM

Explicar aos assistidos que, no dia reservado à assistência espiritual, devem tentar observar a seguinte conduta: prece breve e simples, logo ao acordar; consciência de que, naquele dia, há um encontro marcado com o plano espiritual superior na casa que freqüentam; para melhor aproveitamento desse encontro e da assistência propriamente dita, pelo menos nesse dia devem evitar o fumo, álcool, carne vermelha e alimentos mais pesados, bem como discussões, atividades muito agitadas e desgastantes e tudo o que puder causar mal-estar e desconforto físico e emocional.

Esclarecer que as recomendaações não são críticas nem proibições, e visam apenas colocá-los em melhores condições de receber, aproveitar e manter as energias que receberão no passe.

3. HORÁRIO E SILÊNCIO A SEREM OBSERVADOS

O horário de assistência informado aos assistidos deverá ser observado, para que possam participar de todo o trabalho, inclusive da preparação necessária.

Deve-se manter o maior silêncio possível nas dependências da casa, garantindo a harmonia do ambiente.

Sugerir a leitura de um bom livro ou a prece enquanto aguardam sua vez de tomar passe. Isso "desliga" os assistidos de seus problemas e preocupações, colocando-os em contato com o plano espiritual.

Lembrar que é proibido fumar em qualquer dependência da casa.

4. ATENDIMENTO POR ORDEM DE CHEGADA

Esclarecer a dificuldade de se reservar lugares. Cada assistido, após o contato com a recepção, deverá sentar-se no lugar indicado e aguardar sua vez, de acordo com a ordem de chegada. Só deverá ser concedida prioridade aos casos de gestantes, mães com crianças de colo, idosos, deficientes físicos, doentes ou pessoas que apresentem fortes perturbações espirituais e/ou emocionais.

5. EXPLICAÇÃO DO TRABALHO

Na sala de espera, durante a preparação, os assistidos deverão ser informados sobre como o trabalho é realizado na sua totalidade, componndo-se das seguintes partes: prece de abertura e preparação; palestra; aplicação do passe; manutenção do padrão vibratório do ambiente.

Explicar aos assistidos que somente a participação em todas as fases do trabalho dará aos interessados as condições ideais para melhor assimilarem o passe e promoverem a sua melhora.

Ressaltar que a reforma íntima de cada um é tão importante quanto o passe e poderá ser melhor conduzida com os subsídios fornecidos durante a palestra.

Lembrar que, ao entrar na câmara de passes, todos deverão manter-se relaxados, em prece, tranqüilos e com o pensamento elevado, para melhor aproveitamento dos benefícios recebidos.

6. SAUDAÇÃO DE ABERTURA

Pedir a todos que, mentalmente, acompanhem a saudação de abertura, que deve ser simples, breve e espontânea, para não cansar ou irritar os assistidos.

7. PALESTRA

As palestras têm como objetivo: instruir; orientar; esclarecer: renovar pensamentos, sentimentos e atitudes; oferecer subsídios à reflexão íntima sobre a própria conduta: despertar a fé, a esperança, a compreensão e o amor fraterno que devem existir em todos.

Os temas podem ser retirados de qualquer título da literatura espírita ou espiritualista, de contos e fábulas tradicionais e populares, desde que tenham cunho elevado, positivo, e possam servir de incentivo ao trabalho e à reforma íntima dos assistidos.

A apresentação do tema deverá ser estudada e planejada previamente, de modo que o palestrante possa falar descontraída e espontaneamente, tendo sempre atenção à postura, à impostação e ao volume de voz, ao vocabulário etc.

8. MANUTENÇÃO DO PADRÃO VIBRATÓRIO DO AMBIENTE

Caso seja necessário, a palestra poderá ser estendida ou mesmo retomada quantas vezes forem necessárias, com o mesmo tema ou tema diferente, mas relacionado ao primeiro, de modo que os assistidos que ainda estejam aguardando para receber o passe sejam incentivados a manter uma atitude mental elevada, de acordo com o que foram buscar na casa.

9. TEMPO DE DURAÇÃO DA PREPARAÇÃO E DA PALESTRA

Na sala de espera dos assistidos, podem ser observados os seguintes tempos sugeridos:

- Preparação e abertura: 15 minutos:

- Palestra inicial: de 20 a 30 miinutos:

- Palestra de manutenção: de 15 a 20 minutos:

- Pausa entre as palestras: 10 minutos.

Os palestrantes devem estar cientes de que tempos superiores aos sugeridos acima tendem a cansar os assistidos, podendo causar sonolência, enfado, irritação, desinteresse etc.

Preparação de Ambientes e Trabalhadores

1. PREPARAÇÃO E TRABALHO DOS PALESTRANTES

OS trabalhadores encarregados da abertura e das palestras deverão se preparar previamente em ambiente diferente da sala de espera dos assistidos, garantindo a boa sintonia necessária com os dirigentes espiriituais do trabalho.

A escala de palestras deverá ser organizada pelos próprios trabalhadores, que deverão se manter em contato para eventuais ausências ou imprevistos, evitando que o trabalho fique sem um palestrante designado.

Na falta imprevista do palestrante agendado, o dirigente do trabalho poderá designar um dos trabalhadores do passe para a substituição, em caráter extraordinário, evitando por todos os meios que os assistidos fiquem sem a palestra.

2. TRABALHOS DE RECEPÇÃO E ENCAMINHAMENTO

Todos os trabalhos devem dispor de trabalhadores responsáveis por recepcionar e orientar os assistidos, conforme as indicações de cada caso. Esses trabalhadores também deverão se preparar com antecedência, em outro ambiente que não a sala de espera dos assistidos, e conhecer bem os procedimentos e detalhes do trabalho e assistência de que participam, para que possam prestar esclarecimentos aos assistidos, quando solicitados.

Sugerimos rodízio periódico desses trabalhadores, determinado pelo dirigente do grupo, em virtude de suas características bastante desgastantes pelo contato direto com os assistidos.

Aos encarregados da recepção e encaminhamento compete:

- receber os assistidos e interesssados, informando e indicando onde receberão a assistência que procuram ou para a qual foram indicados;

- esclarecer possíveis dúvidas dos assistidos sobre os trabalhos e a assistência;

- encaminhar e acomodar os assístidos na sala de espera, indicando o lugar onde devem sentar-se para ouvir a palestra e aguardar sua vez de tomar o passe;

- conduzir os assistidos à sala de passes, no momento oportuno;

- auxiliar o dirigente do trabalho, na entrada da sala de passes, durante o encaminhamento dos assistidos, fazendo observações para fins estatísticos:

- não permitir o acesso de pessoas estranhas à câmara de passes;

- fazer com que se mantenham a ordem, o silêncio e a disciplina nos corredores e demais dependências da casa durante os trabalhos.

Esses trabalhadores devem desempenhar suas funções com o mínimo de movimentação possível na sala de espera, de modo a não desviar a atenção dos assistidos da palestra em andamento.

3. PROCEDIMENTOS PARA PREPARAÇÃO DE TRABALHADORES

O grupo de trabalhadores deve estar presente ao local da reunião pelo menos 20 minutos antes da preparação, mantendo silêncio e respeito nas dependências da casa, evitando tumulto, vozerio, agitação etc.

Na sala de passes, o trabalhador que chegar primeiro deverá aplicar-se o auto passe (AP), preparando-se para aplicar o passe de equilíbrio (PE) no colega que chegar a seguir. Este aplicará no seguinte, e assim sucessivamente até que todos os trabalhadoores tenham chegado e tomado o seu passe (PE).

Cada trabalhador, depois de receber o PE, deverá encaminhar-se e acomodar-se no respectivo grupo de trabalho, aguardando, com pensamentos elevados, o início das atividades, evitando conversas, comentários, observações e movimentações que não digam respeito ao trabalho.

Havendo tempo disponível, um dos trabalhadores poderá fazer uma leitura, previamente informada e aprovada pelo dirigente, em voz alta e pausada. Caso a leitura seja realizada em todas as reuniões, os encarregados deverão ser revezados em sistema de rodízio.

Sendo possível, manter música ambiente audível, tranqüila, de preferência instrumental, de forma a facilitar o relaxamento e a sintonia dos trabalhadores.

Chegada a hora da preparação, o dirigente ou pessoa indicada por ele fará a abertura e, em seguida, todos os trabalhadores se colocarão à dissposição para a preparação da corrente e ligação com o plano espiritual superior.

4. SUGESTÃO DE ROTEIRO PARA PREPARAÇÃO DE CORRENTE

- desligamento mental e emocional dos problemas e preocupações do dia-a-dia:

- harmonização e equilíbrio interior;

- entrelaçamento de auras, num entrosamento fraterno e amoroso com os colegas de trabalho;

- ligação com os protetores individuais e os dirigentes espirituais dos trabalhos e da casa;

-ligação com as equipes responsáveis pela limpeza e higienização da casa, projetando, mentalmente, luzes coloridas, anulando e desintegrando fluidos negativos;

- projeção de cortinas fluídicas coloridas, cobrindo piso, teto e paredes, para proteção do ambiente;

- projeção de cone de luz sobre a casa e os trabalhadores, garantindo firmeza e segurança para os trabalhos;

- projeção de rede magnética de proteção, envolvendo toda a casa, garantindo defesa contra possíveis ataques negativos,

5. SUGESTÃO DE ROTEIRO PARA LIGAÇÃO COM O PLANO ESPIRITUAL SUPERIOR

- mentalizar a ligação mental com as fraternidades espirituais e seus dirigentes;

- mentalizar a ligação com Ismael, o anjo tutelar do Brasil;

- mentalizar a ligação com Maria de Nazaré, mãe de Jesus;

- mentalizar a ligação com Jesus, o Mestre;

- pedir a Jesus que nos ligue com Deus Pai, agradecendo a oportunidaade de trabalho e pedindo sua proteção e inspiração para as atividades do dia. Nesse momento, pode ser rezado o Pai-Nosso verbalmente, por um dos trabalhadores, com os outros acompanhando mentalmente.

Em seguida, todos fazem uma captação de fluidos, aplicando-os sobre si mesmos, começando pelo coronário e seguindo pelos outros centros de força, conforme a seqüência da projeção luminosa (PL).

Encerramento de Trabalhos

Todos os integrantes de um trabalho devem participar do seu encerramento, pois a saída antecipada poderá acarretar desequilíbrios físicos, emocionais e espirituais.

1. REPOSiÇÃO DE ENERGIAS GASTAS

Há trabalhos que, em vista das doações feitas, necessitam que os seus integrantes recomponham as energias despendidas pelos passes, manifestações, contato com os asssistidos etc. Para tanto, o dirigente do grupo comandará a captação de fluidos, a ser feita no fim antes do encerramento propriamente dito.

2. VIBRAÇÕES (ver item específico adiante)

3. MANIFESTAÇÃO DO PLANO ESPIRITUAL SUPERIOR

Deverá ser conduzido pelo dirigente ou por trabalhador indicado por ele, com uma saudação breve, simples, espontânea e objetiva de agradecimento, para não se tornar cansativa.

5. REPOSIÇÃO DE ENERGIAS DESPENDIDAS

Aqui, o dirigente deverá conduzir os trabalhadores à captação de fluidos para reposição de energias gastas, para que sejam aplicados sobre si mesmos, do coronário ao básico, fazendo a projeção luminosa (PL).

6. APRECIAÇÃO SOBRE O TRABALHO REALIZADO

O dirigente fará comentários sobre o trabalho do dia, ouvindo também os companheiros e fazendo uma avaliação geral e impessoal da reunião. Se julgar conveniente, poderá também comentar procedimentos que precisem ser mudados, melhorados ou explicados, bem como conversar, em particular, com algum trabalhador que acredite estar precisando de orientação.

Depois disso, o grupo será dispensado pelo dirigente e, até à saída da casa, observará todos os procedimentos e orientações aqui apresentados.

Subsídios Para a Realização das Vibrações

1. O QUE ENTENDER POR VIBRAÇÃO?

Em termos bem simples, a vibração deve ser entendida como a exteriorização do pensamento, como núcleo gerador e indutor de energias a serem projetadas, amorosamente, sob o comando da vontade ou da intenção.

Como devem ser feitas buscando o interesse maior de cooperar na prática do bem, as vibrações precisam sempre ser movidas por força atuante e bem direcionada.

No capítulo "Matéria Mental", do livro Mecanismos da Mediunidade, André Luiz nos traz alguns subsídios muito úteis para a perfeita compreeensão desse mecanismo. Vejamos o que ele diz:

"Indução Mental"

"Recorrendo ao campo de Einstein, imaginemos a mente humana no lugar da chama em atividade. Assim como a intensidade da influência da chama diminui com a distância do núcleo de energias em combustão, demonstrando fração cada vez menor, sem nunca atingir a zero, a corrente mental se espraia, segundo o mesmo princípio, não obstante a diferença de condições".

"Essa corrente de partículas mentais exterioriza-se de cada Espírito, com qualidade de indução mental, tanto maiores quanto mais amplos se evidenciem as faculdades de concentração e o teor de persistência no rumo dos objetivos que demande".

"[ ... ] a matéria mental é o instrumento sutil da vontade, atuando nas formas da matéria física, gerando as motivações de prazer ou desgosto, alegria ou dor, otimismo ou desespero, que não se reduzem efetivamente a abstrações, por representarem turbilhões de força em que a alma cria os seus próprios estados de mentação indutiva, etc."

Daí concluímos que, antes de pensarmos em "como" fazer as vibrações, deveríamos ter a certeza de que realmente "queremos" e "reunimos condições" de fazê-las.

2. COMO DEVE SER FEITA A VIBRAÇÃO?

Se essa força, constituída de partículas mentais, se exterioriza de cada espírito de acordo com as faculdades de concentração e o teor de persistência de cada um, em busca do objetivo pretendido, percebemos que uma vibração não pode simplesmente ser recitada. Ela precisa de concentração, envolvimento mental e emocional, comprometimento e foco.

Em decorrência disso, ninguém poderá acompanhá-la, concentrando-se adequadamente, se ela não for conduzida pausadamente, dando-se tempo para que todos possam persistir na ligação com os objetivos que se pretendem.

Em primeiro lugar, devemos mentalizar o alvo da nossa vibração. Exemplo: "Vamos vibrar pelo nosso país e seus dirigentes".

Em nossa tela mental, deverá surgir, então, o contorno geográfico, o mapa do Brasil, visualizado em sua localização exata no planeta, como a nação onde vivemos, ao lado de todos os nossos irmãos brasileiros, e como o conjunto de instituições que a compõem, responsáveis por sua identidade no mundo. Outros pensamentos positivos poderão surgir, como o desejo de paz, harmonia, justiça etc.

Mas como conseguir mentalizar tudo isso se quem estiver conduzindo as vibrações não nos der um tempo para que reunamos, em nossa mente, todos esses conceitos, citando um alvo após outro, sem intervalo?

Por essa razão é preciso que a vibração seja pausada, tranqüila, suave, permitindo focar o alvo sugerido de forma firme e consistente. Só depois de um tempo é que o encarregado das vibrações deve passar ao alvo seguinte, dando novamente um intervalo.

Resumindo: vibração "recitada", sem sentimento, às pressas, pode ser tudo, menos vibração.

3. COMO E PELO QUÊ SE DEVE VIBRAR?

Há um costume generalizado, de se falar muito sem dizer nada de concreto. Há oradores que se preocupam em rechear suas falas com palavras bonitas e difíceis, querendo causar boa impressão, sem, no entanto, se preocuparem com o conteúdo e o sentimento do que falam. Com isso, em vez de serem diretos e serenos, cansam a quem os ouve, fazendo com que percam a atenção, o interesse e a concentração.

Vejamos um exemplo do que estamos falando:

"Vamos vibrar pelas crianças abandonadas, deixadas ao léu da sorte, à míngua, pobrezinhas, sem o carinho de um pai e o amor de uma mãe, dormindo não se sabe onde, sob os desvãos das pontes, onde aguardam, ansiosas, com o estômago vazio, por mãos caridosas que possam lhes dar o alimento que tanto esperam ... "

Além de ser exageradamente grande e complexa, é ainda depressiva, levando a visualizar as crianças em sofrimento, desespero e tristeza, quando bastaria apenas dizer:

"Vamos vibrar por todas as crianças abandonadas, para que recebam conforto e carinho neste momento", fazendo em seguida a pausa necessária para que todos tenham chance de mentalizar a imagem sugerida, desejando que elas sejam realmente confortadas e amparadas espiritualmente.

Para haver concentração, é preciso haver concisão e objetividade; ou seja, é preciso resumir a descrição do alvo para podermos investir na "persistência" do pensamento, alcançando o verdadeiro objetivo da vibração: projetar luz e energias para os necessitados.

Devemos acreditar que o plano espiritual superior, encarregado das vibrações, saberá como dirigir, dosar e aplicar as energias que projetamos, com muito mais eficiência e justiça do que nós.

A seguir, damos uma SUGESTÃO de alvos para as vibrações, sem que isso deva se transformar em ritual, decoreba, regra ou mandamento.

- vibrar pela paz em nosso planeta; por luz para toda a humanidade; pela união e entendimento entre as nações; por todos os dirigentes e líderes mundiais; pelo nosso país, seus dirigentes e seu povo; pelos doentes, do corpo e do espírito; pelos idosos; pelas crianças; pelos presidiários; pelos viciados e prostituídos; por todos os desajustados, encarnados e desencarnados; por todos os lares, desajustados ou não; por todo o plano espiritual, pelos suicidas, pelo umbral e as trevas; pelas pessoas com quem temos mais dificuldades; pelos entes queridos que desencarnaram; por todas as casas de oração e caridade; pelo nosso lar e os nossos familiares; por nós próprios, para que tenhamos força para melhorar a cada dia.

Se analisarmos cuidadosamente, veremos que, na seqüência acima, todos os alvos que precisam de nossas vibrações foram citados, com pouquíssimas exceções.

Caso sinta a necessidade, e havendo tempo e possibilidade, o dirigente poderá abrir espaço para que os trabalhadores façam suas vibrações pessoais ou que lhe foram pedidas por outras pessoas.

Dentro dessa seqüência, cada um poderá dar as suas cores pessoais, com espontaneidade, sinceridade e simplicidade, sem se estender demais, fazendo com que o próprio coração dite as palavras a serem colocadas, de modo a levar quem o ouve ao mesmo sentimento, com serenidade e amor.

Maísa Intelisano - Revista Espiritismo e Ciência